Arrumando as Malas

Blog Arrumando as Malas e Check the Trip
Clarissa Andrade no Havaí

A baiana Clarissa Andrade é autora do Arrumando as Malas. O blog acabou de sair de forno, foi lançado em fevereiro, mas já vale a pena conferir, o layout é super fofo e os textos bem completos e gostosos de ler (eu particularmente adorei a caixa de comentários em forma de cartão postal, rs).

A Clarissa é de Salvador e, apesar de ter entrado na blogosfera recentemente, tem muita experiência quando o assunto é viajar! Ela é dona de uma agência de intercâmbio e turismo e além de empresária trabalha como consultora de viagens!

Confira as dicas de destinos e uma história pra lá de apavorante que ela contou na entrevista que fizemos:


Qual o lugar mais legal que você já visitou?

Aiiii… são tantos que eu já me apaixonei! Mas, acho que fico com o Hawaii.

O Hawaii é um dos meus preferidos porque lá, ao contrário do que muitos pensam, encontramos de tudo. Fui a duas ilhas, Maui e Oahu. São completamente diferentes em muitos aspectos, mas a essência é a mesma: clima tranquilo, leve e gostoso!

Maui é completamente paradisíaco e você consegue ter experiências dos mais diversos tipos: mar cristalino que dá um tom de azul impressionante, montanhas (a maioria das praias é cercada por montanhas dos três lados), rios, cachoeiras, trilhas e verde, MUITO VERDE! O pôr-do-sol é alucinante, todo dia era um espetáculo diferente e eu parava o que estivesse fazendo para assistir. Sem dúvida, o mai lindos que já vi na vida! A ilha é toda em torno do vulcão, então, nada é muito perto. Como falei, as atividades são todas para o dia, e você acaba fazendo tantas coisas que a noite chega e você já está exausto. Por isso, a ilha praticamente não tem vida noturna, as opções são poucas e tudo fecha cedo.

Oahu é um contraponto a Maui. A ilha tem mais de um milhão de habitantes, arranha céus, engarrafamento e todas as loucuras de uma cidade grande, porém, sem perder o charme de uma ilha havaiana.  Oahu é enorme e em cada parte a cor do mar se apresenta em um tom diferente, porém todos completamente cristalinos, dá para ver cada pedrinha dentro d’água. A parte mais turística da ilha (Waikiki) é onde se concentra a maioria dos hotéis (você encontra todas as grandes redes), restaurantes (renomados), lojas de marca (uma rua como a “quinta avenida” abriga a maioria das grifes famosas), uma praia calma e linda, própria para quem quer aprender a surfar ou fazer stand up. O norte da ilha é onde acontece três dos mais famosos campeonatos mundiais de surf: Haleiwa, Sunset e Pipeline. Eu fui no final de Novembro e assisti ao primeiro campeonato da tríplice coroa, como eles chamam, em Haleiwa. Para quem gosta de história, lá está ancorado o navio Pearl Harbor. Ele é aberto a visitação e é incrível poder conhecer cada cômodo dele e descobrir um pouco mais sobre o que significou. Além de surf e stand up, a ilha também é muito propícia para kite surf, mergulho, canoagem, etc. A vida noturna é bem agitada e há várias opções de programação. Há restaurantes que ficam abertos até tarde, boates, luau, etc. Nós fomos em um luau incrível, bem típico! Compramos o pacote que incluía o transporte, o show e o jantar de comidas típicas e deliciosas, super recomendo!

Que lugar que você jamais voltaria?

Acho que nunca visitei um lugar tão ruim pra dizer que jamais voltaria.

Qual foi o maior imprevisto/perrengue de viagem?

Quando estávamos indo de carro de São Francisco a Lake Tahoe, colocamos a rota no GPS e no caminho paramos para lanchar em um McDonald’s. Quando paramos, o GPS recalculou a rota e nos colocou por um caminho fora da freeway. Fomos o tempo todo margeando precipícios e, como se não bastasse, entramos em um parque florestal onde a velocidade máxima era de 20 milhas/hora. Não tínhamos visto nenhuma placa informando a velocidade máxima e ultrapassamos um carro que estava à nossa frente na velocidade correta. Assim que fizemos a ultrapassagem, um carro de polícia surgiu fechando a rua e mandou os dois carros pararem. O policial perguntou se estava tudo bem com os passageiros do outro carro e os mandou seguir, enquanto nós continuávamos parados. Em seguida, ele pediu os nossos passaportes, falou mil coisas e quase fomos presos. Mas, pedimos desculpas, explicamos que não éramos de lá, não tínhamos visto placas com a indicação da velocidade, que o GPS tinha nos colocado naquele caminho e estávamos meio perdidos. Aí ele nos liberou. Continuamos o caminho e um pouco mais próximo a Lake Tahoe começou uma neblina absurda e embaçou o para-brisa do nosso carro em poucos segundos. Não conseguíamos enxergar nada e estávamos numa estrada onde a nossa lateral era um precipício de 11 mil pés. Paramos o carro no meio da estrada, morrendo de medo de um carro bater atrás, mas não conseguíamos ir para o acostamento pq não enxergávamos nada. Foi bem tenso. Rsrsrs!


O que vocês acharam das dicas da Clá? Eu já ouvi muitos perrengues de viagens e acho que esse está entre os piores, rs! Aos que gostam de viajar de carro, fiquem atentos e procurem saber qual é a melhor rota antes de pegarem a estrada! 😉 Ah, e não preciso nem comentar a vontade que eu fiquei de conhecer o Havaí depois de todo esse relato, rs!

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